terça-feira, 7 de junho de 2011




Parque Nacional de Yellowstone
















No dia 01 de março de 1872 foi criado o Parque Nacional de Yellowstone, localizado no Estado de Wyoming.

Em 1870 quando ainda não era considerado um Estado, os caçadores e os guardas do parque abatiam os animais. Os políticos presenteavam seus partidários com as terras do parque.

No ano de 1886 o Parque ficou sob a administração do Primeiro Regimento de Cavalaria do Exército, nessa gestão criou-se as primeiras estradas e a sede. Em 1916 a administração passou para o Serviço Nacional de Parques dos Estados Unidos, que tornou o parque um modelo a ser seguido com sua fauna e flora exuberantes.

O parque é mundialmente conhecido por ter atrações como gêiseres,(fontes que, a intervalos regulares de tempo, lançam jatos de água quente e vapor) fontes hidrotermais, suas florestas e vida selvagem. O gêiser Old Faithful localizado no parque, é o mais famoso do mundo. Yellowstone possui cerca de metade dos recursos hidrotermais do mundo. Outra característica do parque é o forte odor de enxofre.
O clima temperado predomina em Yellowstone, é um dos maiores ecossistemas ainda restantes no planeta.
Em 26 de outubro de 1976 o parque foi designado como reserva da biosfera. No dia 8 de setembro 1978 foi designado Patrimônio Mundial, pela UNESCO.
O parque Yellowstone proporciona aos turistas diversas atividades como: montanhismo, campismo, trekking, caíque e pesca.

Yellowstone recebe anualmente mais de 2 milhões de visitantes e desde 1978 é considerado Patrimônio Mundial pela UNESCO





















































Fontes de pesquisa: http://turismo.culturamix.com; http://historica.com.br/

sábado, 21 de maio de 2011




O Luar que me inspira









Poesias em cima da mesa
Madrugada fria se aproxima
Olho para ao céu e vejo com clareza
Que a esperança é uma estrela que me anima





A luz da lua que invade minha cama
Prepara o meu sono suavemente
O brilho da estrela é uma chama
Que aquece e deixa a alma dormente




A música acompanha minhas viagens
Sou levada pelas notas musicais
Cheirinho de mato,estou entre as folhagens
Meu lado criança recebe os sinais




A cachoeira que traz a lembrança
De um tempo,de um lugar
Mas é apenas uma semelhança
De uma época que não vai voltar





Resolvo mergulhar numa passagem
Que me leva ao colorido
Vento suave,uma doce massagem
Tudo agora tem outro sentido





Expulsei do quarto a nostalgia
Outro cenário com encanto eu criei
Sorriso que traduz a alegria
Nessa onda de paz eu embarquei
(Autoria: Katia Naegelle)


sexta-feira, 13 de maio de 2011




O que me atrai nos lugares que escolho para as minhas postagens é a história que envolve o lugar, sua beleza natural, como também o mistério que circunda os habitantes em épocas antigas. Sempre existe alguma informação que não foi confirmada, registros que não foram encontrados...o que me deixa impaciente por não conhecer com exatidão alguns dados sobre a história a qual me propus pesquisar.
Mas por outro lado também é estimulante, a pesquisa é um caminho para o conhecimento, é o prazer da descoberta.

Em minhas postagens referentes a lugares que julgo interessantes, o que mais tem se evidenciado além da beleza natural, é a beleza arquitetônica. Nesta nova postagem, destaca-se a beleza aliada à complexidade das obras, com seus detalhes que fogem do comum, suas formas, texturas em que a criatividade caminhou com a ousadia.

Antoni Gaudí, através de suas obras, deixou uma herança valiosa aos arquitetos da atualidade.



Antoni Gaudí

(1852- 1926)








Gaudí, um dos maiores representantes do modernismo, com seus projetos marcantes que superaram a estreiteza dos limites das escolas arquitetônicas. Sua obra está impregnada pelo desenvolvimento que marcou a região de Barcelona, que foi uma das primeiras a adotar os novos protótipos que definiram a “Revolução Industrial”



Um admirador da arte grega e do estilo mudéjar, sentiu-se cada vez mais atraído pelas formas góticas, que o levou a criar um novo tipo de arquitetura, que definiu como naturalista, fundamentada na utilização dos materiais até o limites da resistência.


Suas primeiras obras foram realizadas na década de 80 do séc. XIX.


A Casa Vicens(1883-1888), o palácio Güel(1855-1889) em Barcelona; o palácio episcopal de Astorga(iniciado em 1887) e a Casa de los Boines (1891-1892) em Léon. Em 1866, Josep Maria Bocabella Verdaguer fundou a associação espiritual que deu inicio a construção de um templo expiatório dedicado à Sagrada Família, financiado por donativos de devotos.

Encarregou o projecto em primeiro lugar a Francisco de Paula del Villar y Lozano, que concebeu um conjunto neogótico em 1882, contrariando a ideia de Bocabella de fazer uma réplica do Santuário de Loreto, mas em 1883 Villar renuncia por desavenças com Joan Martorell, arquitecto assessor de Bocabella. O projecto é oferecido ao próprio Martorell, mas este ao recusar oferece-o a Antoni Gaudí, que em 1883 assume as obras do templo da Sagrada Família, convertendo a encomenda na obra da sua vida. Ele fez profundas
transformações na catedral neogótica.


Josep Maria Bocabella está enterrado na capela do Santo Cristo da cripta do Templo Expiatório da Sagrada Família.


Templo Expiatório da Sagrada Família


O projeto do templo da Sagrada Família prevê três fachadas: Nascimento, Paixão (ambas já construídas) e Glória, a mais imponente.
A fachada do Nascimento foi construída nas duas últimas décadas do século XIX e no primeiro terço do século XX.



É composta de três grandes pórticos - o central (Caridade) mais alto que os laterais (Fé e Esperança) - e quatro torres. O conjunto rompe, em parte, como estilo gótico, sobretudo as torres.



Durante a primeira década do século XX, desenhou o parque Güell (1990-1914), a Casa Batlló (1904-1906), com seus balcões curvilíneos, e a casa Milà (1906-1912), na qual combina a planta livre e as grandes aberturas com uma decoração de terraços e chaminés de cerâmica branca. Sua obra teve grande influência nas vanguardas históricas da arquitetura.



Casa Milá/La Pedrera


Construída entre os anos de 1905 e 1907, uma das obras-primas de Gaudí que inspirou-se no oceano para projetar a fachada em pedra repleta de curvas. Também conhecida como La Pedrera, devido ao seu aspecto externo irregular e cinza que lembra uma pedra. A cobertura é a principal atração e possui um jardim exótico de esculturas em formas onduladas que lembram rostos humanos. No sótão a vida, obra e o método arquitetônico de Gaudí e os demais andares decorados para recriarem um apartamento no estilo do começo do séc. XX.




A Casa Batló


A Casa Batlló foi construída entre os anos de 1875 e 1877 como residência da família de Don José Batló Casanovas. Antonio Gaudí foi contratado para executar uma grandiosa reforma em todo o edifício entre os anos de 1904 e 1906, auge do período naturalista Gaudí.

Muitas modificações foram feitas na construção, entre elas a ampliação do pátio central,a criação de um quinto andar, o aprimoramento do andar onde vivia a família Batló e a total modificação da fachada com os motivos da fauna e flora nos mosaicos e cerâmicas.


Na cidade a Casa Batlló também é conhecida como “Casa dos Ossos”, devido o formato dos balcões exteriores que dizem lembrar um crânio.



Casa Vicens

Localizada no nº 24 da Carrer de les Carolinas, no bairro Gracia de Barcelona. Entre 1878 e 1880, Manuel Vicens i Montaner, um corretor da bolsa, encomendou a Gaudi o projeto de uma casa no terreno que herdou de sua mãe em 1877.

A terra era entre o Convento de Monjas de la Caridad de San Vicente de Paul (Convento das Irmãs da Caridade de São Vicente de Paulo) e um beco sem saída que corre perpendicular ao Carrer de lês Carolinas. Gaudí construiu a casa contra a parede do convento, produzindo um grande e espaçoso jardim.



Parc Güell




É um complexo de jardins com elementos arquitetônicos situado na colina do Carmo, no bairro de El Gràcia, que foi projetado por Antoni Gaudi e construído nos anos de 1900 a 1914.


Este nome se deve ao amigo de Gaudi, o Conde Eusebi Güell. A princípio seria um condomínio fechado, mas o projeto não foi viável e hoje só existem duas casas das sessentas casas inicialmente previstas. O que seria um fracasso se tornou uma obra- prima de Gaudi sendo reconhecido pela UNESCO como Patrimônio da Humanidade. O parque é amparado por uma colina, onde pode-se caminhar com tranqüilidade e no topo é o miradouro perfeito para contemplar o pôr do sol no Mediterrâneo.


Foi nesse fascinante parque que Gaudí passou a maior parte do seu tempo, entre 1906 e 1926. O edifício foi desenhado por Francesc Berenguer. A pérgola do jardim foi desenhada por Gaudí, assim como o mobiliário em conjunto com alguns dos seus alunos, como Josep Maria Pujol. Gaudí morreu em 10 de junho de 1926. A Casa-Museu Gaudí foi inaugurada em 1963.



O Conde Güell teve um papel muito importante na carreira de Gaudi, criando condições para a execução de suas obras, marcando a arquitetura européia e mundial.



Templo Expiatório da Sagrada Família













































Parc Güel



































Casa Milá/La Pedrera

















Cobertura ( 1)










Cobertura (2)













Casa Batló

















Casa Vicens






















Pesquisas realizadas: Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura, Minube, Fotosblogue.com, Revista Arquitetura e Urbanismo.

domingo, 24 de abril de 2011




Beira-mar








O que sinto quando admiro o mar?
É me perder no infinito, são as possibilidades...
Enquanto sinto no rosto o vento acariciar
Sinto gratidão, respiro felicidade!




Caminho à beira-mar, o dia está radiante!
O sorriso ilumina o meu rosto, pura Luz!
O sol deixa os meus olhos mais brilhantes
A natureza é um convite que seduz





Um convite a caminhar com simplicidade
Neste lindo cenário com barcos atracados
Ao nosso lado, pescadores, algo comum nessa cidade
Mesmo não sendo turistas, ainda ficamos admirados






Somos andarilhos na terra do Mar
Sua presença é forte, marcante
Ele é poderoso, com mistérios a decifrar
Somos os passageiros, e ele o comandante






Nesta ilha a música é constante no ar
E a melodia rege a nossa rotina
A gente nem sente o tempo passar
Anoitece e com prazer fechamos a cortina.

Autoria: Katia Naegelle





quinta-feira, 14 de abril de 2011




MDINA - A cidade











É um reduto de tranquilidade, por isso ela é conhecida como a cidade do silêncio, suas ruas vazias dão um ar de mistério ao local. Fica localizada na ilha de Malta, a sudoeste de La Valetta e ao norte de Rabat. É uma cidade medieval construída em cima de uma colina, foi a primeira capital de Malta nos tempos dos árabes, dos romanos e os normandos. Ela perdeu o status de Capital quando Valletta foi construída pelo Grão Mestre Jean de la Valette. Rei Afonso V de Aragão nomeou a cidade de “ Citta Notabile” que ficou conhecida como “Vecchia Citta”(Cidade Velha), sendo reconhecida por esses dois nomes.



Mdina é uma das mais antigas cidades da Europa, muitos dos seus edifícios com sua arquitetura medieval e barroca integradas. Como município romano ela obteve prosperidade industrial e comercial. Muralhas e portões pesados foram construídos e a partir da civilização árabe Malta herdou a arquitetura e a tradição de construção de casas maltês com telhados planos.Mdina era a fortaleza da nobreza maltesa. Alguns edifícios foram reconstruídos no estilo barroco, o que mais se destaca na cidade e tão amado pelos Cavaleiros da Ordem de St John(cavaleiros hospitalários) que tomaram as rédeas do controle de Mdina em 1530.




Exibindo os seus palácios históricos com fachadas da aristocracia antiga, portas, batentes, seus portões, bastiões, defesas majestosas e suas igrejas, são os tesouros de Mdina. A catedral é uma das mais antigas da cristandade, foi quase toda reconstruída em 1697, uma obra-prima arquitetônica de Lorenzo Gafa. Pinturas de Mattia Preti e uma cruz de prata trazida de Rhodes pelos Cavaleiros da Ordem de St John. O Museu da Catedral em estilo barroco maltês detém o patrimônio das ilhas em seus cofres e corredores, abrigando uma coleção única de música barroca e suas exposições de arte. A catedral católica de Mdina, dedicada ao apóstolo Paulo, com sua construção datada de 1697 é de estilo barroco, utilizou os escombros da antiga catedral destruída por um terremoto anos antes.




Caminhando por Mdina observa-se os candelabros nas paredes de pedras, as aldravas(batedores de porta) que possuem forma de golfinho. Os moradores dizem que é pra dar sorte. Mdina é encantadora com sua beleza arquitetônica, a tranqüilidade das ruas estreitas e becos, passeios de charrete, o charme das esplêndidas mansões, como o Palazzo Falzon, Testaferrata Palazzo INGUANEZ ou Trapani Palazzo Gálea. Ela ainda hoje é considerada como uma das jóias da coroa de Malta, com sua arquitetura particular, história e atividades sociais.




Caminhando por Mdina observa-se os candelabros nas paredes de pedras, as aldravas(batedores de porta) que possuem forma de golfinho. Os moradores dizem que é pra dar sorte. Mdina é encantadora com sua beleza arquitetônica, a tranqüilidade das ruas estreitas e becos, passeios de charrete, o charme das esplêndidas mansões, como o Palazzo Falzon, Testaferrata Palazzo INGUANEZ ou Trapani Palazzo Gálea. Ela ainda hoje é considerada como uma das jóias da coroa de Malta, com sua arquitetura particular, história e atividades sociais. 






























A porta principal da entrada de Mdina


































Os candelabros e uma aldrava em forma de golfinho










St Dorothy's Convent

















Palazzo Falzon(1)







Palazzo (2)






Palazzo (3)






Interior da Catedral de Mdina











Pesquisas realizadas: Revista época, Bigviagem.com, Virtual tourist.